20200603Trafaria Cacilheiro arquivoEstá a completar-se um mês desde que a Transtejo abandonou os horários de serviços mínimos, deixando este regime apenas nas ligações entre Trafaria, Porto Brandão e Belém. A administração não agendou ainda uma reunião com a Junta.
¤ 4-jul-2020

 

A 1 de junho, voltaram a vigorar os horários habituais entre Cacilhas e o Cais do Sodré. O mesmo sucedeu, uma semana depois, nas carreiras entre o Terreiro do Paço e o Barreiro.

No entanto, as pessoas que usam a carreira que liga Trafaria, Porto Brandão e Belém permanecem, desde 23 de março, sob serviços mínimos.

Naquela altura, a Junta pediu uma reunião, com urgência, à presidente do conselho de administração da Transtejo Soflusa, para abordar este não regresso à normalidade e também para esclarecer rumores acerca das intenções da Transtejo quanto ao futuro deste serviço.

Foi recebida uma resposta em 24 horas, a marcar a reunião para dia 18, mas a administração acabou por adiá-la duas vezes. A Junta continua a aguardar a indicação de uma nova data.

Sem qualquer mudança no horário, as pessoas que moram na Trafaria, no Porto Brandão e nas localidades vizinhas continuam a ter de usar outras alternativas, mais caras e mais poluentes.

Tal como estes milhares de utentes, a Junta reclama da administração da Transtejo Soflusa acção rápida e eficaz, para repor os horários normais e para, com outras medidas, melhorar o serviço público de transporte fluvial.

 

Ainda sem TST

Há lugares da Caparica e Trafaria onde as carreiras da TST não foram repostas, mesmo depois do anunciado aumento (para 90 por cento) da oferta. Para quem lá mora, pura e simplesmente, não há transporte público.

A Junta apoia os justos protestos dos utentes.