20200918TST arquivoAs carreiras da Transportes Sul do Tejo que servem os moradores nas freguesias de Caparica e Trafaria estão integralmente repostas desde ontem, informou hoje a empresa, numa reunião com a Junta.
¤ 18-set-2020

 

Como resultado de insistentes diligências da Junta da União das Freguesias, junto da administração da transportadora, realizou-se hoje de manhã uma reunião, nas instalações da autarquia na Trafaria, em que participaram a presidente da Junta, Teresa Coelho, e os vogais António Joaquim Oliveira e Hélder Lopes. A TST esteve representada por uma responsável da empresa e do Grupo Arriva, a que esta pertence.

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- TST continua sem dar respostas, notícia de 21 de julho

Como vários moradores têm dado a saber à Junta da União das Freguesias de Caparica e Trafaria, as falhas ocorrem em toda a área da Trafaria. Além disso, em várias zonas da Caparica, como Porto Brandão, foram retomadas algumas carreiras, mas o serviço continua a ser insuficiente.

 

- TST repõe carreiras mantendo falhas, notícia de 16 de maio

«A TST anunciou a reposição de algumas carreiras, a partir da próxima segunda-feira, e a CMA destaca as que fazem ligação a Lisboa. Mas continuam sem resposta as necessidades locais, expostas oportunamente pela Junta.»

Estas preocupações foram expostas à CM Almada, quando, no final de Abril, solicitou à Junta de Freguesia que identificasse carreiras da TST que, no território da União das Freguesias, pudessem ser cortadas. O objetivo era acomodar a decisão unilateral da transportadora de, aproveitando-se da pandemia, cortar 60 por cento dos percursos. Tal perspectiva foi recusada pela Junta.

Numa comunicação enviada para a Câmara (Diretor Municipal de Obras, Mobilidade e Urbanismo), no dia 27 de Abril, a Junta lembrou que o défice de transportes públicos rodoviários no território das freguesias da Caparica e da Trafaria é crónico e, desde há muito, os órgãos da União das Freguesias têm tomado posições no sentido de que a TST dê uma resposta efectiva às necessidades da população.
Foram realçadas as carências em zonas como os bairros do PIA (Plano Integrado de Almada), a Corvina, a Cova do Vapor, a Trafaria, o Porto Brandão, a Banática, Pêra e o Funchalinho.

A Junta recusou os argumentos da concessionária, até porque o caminho que foi prosseguido na Área Metropolitana de Lisboa colocou o Estado e as autarquias a financiarem o serviço público de transportes, não sendo aceitável os argumentos da TST. Esta deverá, ainda mais nos tempos que vivemos, contribuir para a solução e não para o agravamento do problema.